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08 janeiro, 2013

No Japão, hotel-cápsula é opção barata e inusitada para passar a noite



O cubículo, de cerca de 1 metro de altura por 1 metro de largura, à primeira vista assusta. Mas ir ao Japão e não se aventurar a passar uma noite em um hotel-cápsula é perder a chance de vivenciar algo que quase não se vê em outra parte do mundo. 
Há diversas opções. A maioria só aceita homens, mas há os que possuem alas separadas por sexo. Os convencionais oferecem cápsulas lado a lado, uma em cima da outra, com escadinhas para acesso às mais altas.
Em um país cada vez mais carente de espaço, a cápsula não chega a ser uma excentricidade no Japão. É apenas uma opção, barata e prática. São cerca de 1.600 hotéis do tipo no país, segundo a Organização Nacional de Turismo Japonês. Há diárias em locais próximos às principais estações por menos de 2.800 ienes (o equivalente a R$ 70).

Hotel-cabine
Na preparação para dormir em uma cápsula, uma boa opção é se hospedar em um hotel-cabine. Em Kyoto, cidade na península de Honshu, há acomodações do tipo.
O First Cabin Kyoto Karasuma oferece os quartos, que se resumem a uma cama e uma minibancada acoplada. Há uma ala masculina e uma feminina; os banheiros também são separados por sexo. 
As cabines são, realmente, bem maiores que uma cápsula, mas os inconvenientes, os mesmos. As malas ficam na recepção e precisam ser solicitadas sempre que for necessário. O traje comum é uma calça e uma camiseta azuis, fornecidos diariamente, assim como as toalhas.
Também de uso coletivo, os banheiros, no entanto, proporcionam mais privacidade. São cabines fechadas. Os hóspedes podem deixar os pertences em uma cesta na frente da porta enquanto usam o chuveiro.
Os quartos também contam com TV, controle remoto e tomadas, além de ar-condicionado. A televisão, no entanto, não emite som: para ouvi-la, é preciso acoplar um fone de ouvido (já incluído no pacote). O objetivo, claro, é não perturbar o sono dos vizinhos.

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