Você provavelmente acredita que sabe tudo sobre o seu pênis, não é mesmo? Afinal, você e o seu “amiguinho” estão juntos há tanto tempo e passaram por tantas experiências juntos que acabaram construindo uma relação superíntima, de total cumplicidade. No entanto, prepare-se para descobrir novas facetas sobre o seu pênis, pois o pessoal do site Men’s Health publicou uma matéria repleta de fatos que certamente vão surpreender você! Confira:
1 – O cigarro pode fazê-lo encolher
Você deve saber que o cigarro pode causar enrijecimento de vasos sanguíneos, dificultando a circulação. Além disso, provavelmente também é de seu conhecimento que a ereção depende de um bom fluxo sanguíneo na sua área de lazer.
Então, se você não se importa com os seus pulmões nem com o fato de morrer jovem, leve em consideração que o hábito de fumar pode comprometer o bom funcionamento do seu pênis, além de poder fazê-lo encolher até um centímetro se você for fumante.
2 – Ele é bem velhinho
A primeira criatura de que se tem notícia a contar com um pênis é um artrópode chamado Colymbosathon ecplecticos. Ele habitou o nosso planeta há 425 milhões de anos, e seu nome — em grego — pode ser traduzido como “nadador surpreendente com um grande pênis”. Poético, você não acha?
3 – Contorcionismo
Apesar de a maioria já ter tentado em algum momento da vida — mesmo sem admitir! —, apenas 1 em cada 400 homens é flexível o suficiente para alcançar o próprio pênis e praticar... Você entendeu a ideia, não é mesmo?
4 – Mutantes e exibidos
Existem dois tipos de pênis: aqueles que parecem menores, mas se expandem e ficam mais longos conforme vão ficando eretos (os mutantes), e aqueles que parecem ser grandes a maior parte do tempo, mas que não ficam muito maiores depois de “despertos” (os exibidos). Só para matar a sua curiosidade, uma pesquisa internacional feita pela Men`s Health revelou que 79% dos homens têm amiguinhos mutantes.
5 – Cronômetro
Um estudo conduzido por pesquisadores alemães apontou que o ato sexual dura — em média — 2 minutos e 50 segundos. Contudo, as mulheres percebem a duração do ato como sendo de 5 minutos e 30 segundos. A pergunta é: em sua opinião, isso é bom ou ruim?
6 – Tamanho é documento
Outro estudo, realizado por uma equipe de pesquisadores da Universidade de Nova York, apontou que, quanto mais longo for o pênis, melhor será o deslocamento de sêmen durante o ato sexual, maximizando as chances de que a concepção ocorra.
7 – Acidente manual
Cuidado: a principal causa das fraturas penianas é o “manuseio” vigoroso.
8 – Recordista
De acordo com registros históricos, o Rei Fatefehi de Tonga teria sido responsável por tirar a virgindade de — prepare-se... — 37.800 moças entre os anos de 1770 e 1784. Isso significa que o monarca teria “deflorado” sete jovens por dia! Homens-bomba, seus tolos...
9 – Alegria a jato
O orgasmo masculino dura, em média, 6 segundos, enquanto o feminino leva 23 segundos.
10 – Bonitões
Cientistas espanhóis descobriram que homens bonitões podem ser melhores produtores de esperma. Os pesquisadores mostraram fotos de indivíduos com espermatozoides classificados como bons, médios e fracos a um grupo de mulheres, e pediram que elas escolhessem os que elas achavam mais atraentes. A maioria delas escolheu intuitivamente os homens com o sêmen de melhor qualidade.
Fonte: megacurioso
por Julia Layton - traduzido por HowStuffWorks Brasil
O objetivo da documentação do local do crime é criar um registro visual que possibilite ao laboratório forense e ao advogado de acusação recriar uma visão precisa do local. Neste estágio da investigação, o perito usa câmeras digitais e analógicas, diferentes tipos de filme, várias lentes, flashes, filtros, um tripé, um bloco de papel para esboços, papel gráfico, canetas e lápis, fita métrica, réguas e um bloco de anotações. Ele pode usar também uma filmadora portátil.
A documentação da cena acontece durante a segunda passagem pelo local do crime (seguindo o mesmo caminho da primeira). Se há mais de um perito no local, um irá tirar fotografias, outro fará esboços, outro realizará anotações detalhadas e um último pode fazer uma gravação em vídeo do local. Se há somente um perito, todas estas tarefas são realizadas por ele.
Anotações
Fazer anotações no local do crime não é tão simples quanto parece. O treinamento de um perito inclui a arte da observação científica. Enquanto um leigo pode ver uma grande mancha marrom avermelhada no tapete, saindo de um cadáver, e escrever "sangue saindo do lado inferior do cadáver", um perito escreveria "grande quantidade de fluido marrom avermelhado saindo do lado inferior do cadáver". Este fluido pode ser sangue mas também pode ser fluido em decomposição que, em um certo estágio, se parece com sangue. O Sr. Clayton explica que na investigação da cena de um crime, as opiniões não importam e as suposições podem ser prejudiciais. Ao descrever a cena de um crime, um perito faz observações factuais sem esboçar quaisquer conclusões.
Fotografias
Os peritos tiram fotografias de tudo antes de mexer ou mover uma única parte da prova. O médico legista não irá tocar no cadáver antes do perito terminar de fotografá-lo. Há três tipos de fotografias que um perito tira para documentar a cena do crime: visão geral, média distância e close-ups.
As fotografias de visão geral são o panorama mais amplo de todo o local. Se a cena do crime é dentro de casa, isto inclui:
- visão de todos os quartos (não somente do quarto onde o crime ocorreu), com fotografias tiradas de cada canto e, se houver uma grua no local, de um ponto de vista superior;
- tomadas aéreas da parte externa do prédio onde o crime aconteceu, incluindo fotos de todas as entradas e saídas;
- vista do prédio mostrando sua relação com as construções adjacentes;
- fotos de quaisquer espectadores na cena.
Estas últimas podem identificar uma possível testemunha ou até um suspeito. Às vezes os criminosos retornam ao local do crime (isto é particularmente verdadeiro em casos de incêndio criminoso).
As fotos de média distância vêm a seguir. Essas tomadas apresentam provas-chave contextualizadas, de forma que a foto inclua não só a prova mas também a sua localização no quarto e a distância de outras provas.
Finalmente, o perito faz closes de provas individualmente, mostrando números de série ou outras características de identificação. Para estas fotografias, o perito usa um tripé e técnicas de iluminação profissional, para que seja obtido maior detalhe e claridade possíveis; elas fornecerão ao laboratório forense imagens que ajudarão a analisar a prova. O perito tira também um segundo conjunto de fotos em close-up que incluem uma régua para que se tenha idéia da escala.
Cada foto que o perito tira vai para um registro fotográfico. Este registro documenta os detalhes de cada foto, incluindo o número da fotografia, descrição do objeto ou da cena que aparece na fotografia, a localização do objeto ou da cena, hora e data em que a fotografia foi tirada e outros detalhes descritivos relevantes. Sem um bom registro fotográfico, as fotografias da cena do crime perdem muito do seu valor. Na investigação do assassinato de John F. Kennedy, os fotógrafos do FBI que participaram da necrópsia não fizeram descrições das fotografias e, posteriormente, os peritos não conseguiram distinguir as marcas de entrada e de saída dos tiros.
Esboços
Juntamente com a criação dos registros fotográficos da cena, o perito elabora esboços para descrever a cena do crime em sua totalidade (o que é mais fácil de se fazer em um esboço do que em uma fotografia, pois pode abranger vários espaços) e aspectos específicos da cena. As medidas exatas beneficiarão a investigação. O objetivo é mostrar os locais das provas e como cada prova se relaciona com o resto da cena. O desenhista pode indicar detalhes como a altura da moldura da porta, o tamanho exato da sala, a distância da janela até a porta e o diâmetro do furo na parede acima do corpo da vítima.
Vídeo
A documentação da cena do crime poderá conter também uma gravação em vídeo, especialmente nos casos que envolvem assassinos em série ou homicídios múltiplos. A gravação em vídeo pode oferecer uma idéia melhor das condições da cena do crime (quanto tempo se leva para ir de um quarto ao outro e quantas curvas podem ser feitas, por exemplo). Uma vez que a investigação já está em curso, o vídeo pode revelar algo que não foi notado na cena porque os peritos não sabiam o que tinham de procurar. Para gravá-lo, o perito capta toda a cena do crime e as áreas adjacentes de todos os ângulos e ainda faz uma narração em áudio.
Após o perito ter criado um registro completo da cena do crime exatamente como estava quando chegou, é hora de recolher as provas. Agora, ele começa a tocar nos objetos.
Equipes de limpeza
Nem os peritos, nem os policiais, detetives ou os envolvidos na investigação fazem a limpeza do local. A tarefa de limpar a repulsiva cena de um crime geralmente sobra para os membros da família da vítima. Nos últimos 10 anos, entretanto, algumas pessoas perceberam a necessidade de uma equipe contratada para cuidar deste serviço, para que os membros da família e donos de imóveis não precisassem fazê-lo. Algumas destas pessoas fundaram empresas dedicadas à tarefa. Às vezes é um trabalho arriscado, mas muito bem pago. O limpador de cenas de crime pode ganhar até US$ 200 dólares por hora, além de comissão e custos com equipamentos. Limpar um laboratório de metanfetamina é especialmente caro, devido ao risco existente para qualquer um que entra no local, além da quantidade de trabalho para tornar a área habitável novamente.
Fonte: HSW
Veja também: Na cena do crime: reconhecimento
Na cena do crime: procurando provas e evidências
Ao que parece, uma quantidade bastante considerável de pessoas não soube como responder a charada, de maneira que o desafio teve que ser cumprido — e o curioso é que duas respostas são aceitas.
A primeira é a de que você abre os olhos assim que acorda, sendo que a segunda é a de que você abre a porta para que os seus parentes entrem na casa.
Um fato engraçado é que algumas teorias apontavam para o fato de a mudança de fotografia ser algum tipo de piada hacker ou algo deste gênero, sendo que isso foi comprovado como falso. Além disso, parece que Strugnell está preparando outros desafios como o da girafa — só não sabemos se eles vão alcançar o mesmo sucesso.
Atenção
Não revele aos seus amigos, deixe que eles participem também da brincadeira.
Foi necessário trocar a própria foto ou você foi atento o suficiente para acertar a resposta? Deixe a sua resposta com um comentário.
Fonte: tecmundo
Seu Facebook anda cheio de girafas e você está curioso? Trata-se de um desafio, é muito simples e todos podem brincar.
Nos últimos dias, você deve ter percebido que muitos dos seus amigos alteraram as suas fotos do perfil no Facebook e colocaram a de uma girafa. Isso está acontecendo devido a uma brincadeira que se espalhou na rede social e começa assim: o usuário tem que responder uma charada, se não acertar deve mudar a imagem do perfil por três dias. E, ao que parece, tem muitas pessoas que não conseguiram desvendar este mistério.
O desafio criado pelo vlogger Andrew Strugnel é o seguinte:
“Eu tive que trocar minha foto do perfil pela foto de uma girafa. Eu tentei responder um desafio e errei.
Você quer tentar o desafio da girafa? É assim: Eu dou para você uma adivinhação. Se você acertar, manterá sua foto do perfil, mas se você errar terá que mudar sua foto por uma girafa por três dias”, explica.
O texto, original em inglês, foi traduzido por brasileiros e se tornou uma febre também no país.
“Quando for responder, responda só para mim (inbox) pra não mostrar aos outros a resposta. O desafio é o seguinte: são 3 h da manhã, a campainha toca e você acorda. Visitas inesperadas… São seus pais e eles estão lá para o café da manhã. Você tem geleia de morangos, mel, vinho, pão e queijos. Qual é a primeira coisa que você abre? Lembre-se: Escreva sua resposta por inbox. Se acertar, eu coloco seu nome aqui, mas se errar terá que usar a foto da girafa”, encerra Strugnel.
O criador do enigma não é tão popular na rede social, com pouco mais de 3,5 mil assinantes no Facebook; já a página da charada da girafa alcançou uma marca acima de 80 mil likes nos últimos dias.
São tantas pessoas errando a resposta do desafio e “virando uma girafa” no Facebook que muitos esperam ansiosos para conhecer a resposta certa. Mas os que acertaram não querem que a brincadeira acabe e não estão revelando a alternativa correta.
E você? Arrisca um palpite?
Confira o vídeo original de divulgação do famoso “Desafio da Girafa”, em inglês.
Fonte: leonardooliveira
Veja também: Resposta ao desafio da girafa
por Julia Layton - traduzido por HowStuffWorks Brasil
Quando um perito chega à cena do crime, não a invade e nem começa a recuperar as provas. O objetivo da etapa de reconhecimento da cena é entender o que a investigação irá acarretar e desta forma desenvolver uma abordagem sistemática para encontrar e recolher as provas. Neste ponto, o perito está usando somente os seus olhos, ouvidos, nariz, um pedaço de papel e uma caneta.
O primeiro passo é definir a extensão da cena do crime. Se o crime for um homicídio e existir uma única vítima morta em sua própria casa, a cena do crime pode ser a casa e a vizinhança próxima. Estão incluídos os carros na entrada da casa? Há vestígios de sangue na rua? Em caso positivo, a cena do crime pode ser toda a vizinhança. Proteger a cena do crime, e outras áreas que podem vir a fazer parte da cena do crime, é muito importante. De fato, o perito só tem uma chance de realizar uma pesquisa completa e imaculada, pois os móveis serão trocados de lugar, a chuva irá remover as provas, os detetives irão tocar nos objetos em pesquisas subseqüentes e as provas serão corrompidas.

Geralmente, os primeiros policiais que chegam ao local isolam o núcleo, a parte principal da cena do crime onde a maioria das provas está concentrada. Quando o perito chega, ele bloqueia uma área maior do que o núcleo, pois é mais fácil diminuir o tamanho da cena do crime do que aumentá-la. Carros de reportagem e curiosos podem estar ocupando uma área que o perito posteriormente venha a determinar como sendo parte da cena do crime. A proteção do local implica na criação de uma barreira física usando cordão de isolamento (ou obstáculos como policiais, carros de polícia ou cavaletes) e em remover curiosos do local. O perito pode estabelecer uma "área de segurança" fora do local do crime, onde os investigadores podem descansar e conversar sobre o caso sem se preocupar em destruir as provas.
Uma vez que o perito definiu a cena do crime e certificou-se de que está protegida adequadamente, o próximo passo é chamar o promotor público, pois o perito precisa de um mandado de busca e apreensão. A evidência que o perito recupera é de pouco valor se não for aceita pela justiça. Um bom perito é precavido e raramente investiga um local sem o mandado de busca e apreensão.
De posse do mandado de busca e apreensão, o perito começa a andar pelo local do crime. Ele percorre um caminho pré-determinado que parece conter a menor quantidade de provas que poderiam ser destruídas ao se caminhar. Durante esta observação inicial, ele faz anotações sobre os detalhes que poderiam mudar com o tempo: como está o clima? Que horas são? Ele descreve os cheiros que percebe (gás? decomposição?), sons (água pingando? detector de fumaça disparando?) e qualquer coisa que pareça estar fora de lugar ou faltando. Há alguma cadeira contra uma porta? Faltam travesseiros na cama? Este é o momento para identificar os riscos possíveis, como um vazamento de gás ou um cão agitado vigiando o corpo e relatá-los imediatamente.
O perito convoca especialistas ou instrumentos adicionais que pode precisar com base nos tipos de provas que encontra durante o processo de reconhecimento. Uma camiseta pendurada em uma árvore do jardim da casa da vítima pode requerer uma plataforma hidráulica. Provas tais como respingos de sangue no teto ou presença de vermes no cadáver requerem especialistas para análise. É difícil enviar um pedaço do teto ao laboratório para analisar um respingo de sangue, e os vermes se alteram a cada instante. Acontece que Sr. Clayton é um especialista em análises de respingos de sangue, então ele faria esta tarefa juntamente com o seu trabalho de perito da cena do crime.
Durante este tempo, o perito conversa com os investigadores-chefes para saber se eles tocaram em alguma coisa e obtém informações adicionais que podem ser úteis na determinação do plano de ação. Se os detetives já iniciaram os interrogatórios das testemunhas no local, eles podem fornecer detalhes que levem o perito a um quarto específico da casa ou mostrem algum tipo de evidência. A vítima estava gritando ao telefone meia hora antes de a polícia chegar? Em caso positivo, o identificador de chamadas é uma boa prova. Se o vizinho do andar de cima ouviu uma luta e depois o som de água corrente, isso poderia indicar uma tentativa de limpeza, e o perito sabe que tem que procurar por sinais de sangue no banheiro ou na cozinha. Muitos investigadores, incluindo o Sr. Clayton, não falam com as testemunhas. Ele é um perito de cenas de crime e um cientista forense, mas não tem treinamento de técnicas de interrogatório: lida somente com as provas físicas e obtém dos detetives relatos úteis das testemunhas.
O perito utiliza as informações colhidas durante o reconhecimento do local para desenvolver uma abordagem lógica do crime em questão. Não há uma abordagem padrão para a investigação de um crime. Como explica o Sr. Clayton, a abordagem de um crime que envolveu 13 mortes em um colégio (ele era um dos peritos que trabalhou na investigação do tiroteio que aconteceu na Columbine High School) e a abordagem de um crime onde uma pessoa foi estuprada em um carro são muito diferentes. Uma vez que o perito elaborou um plano de ação para compilar todas as evidências que podem ser relevantes, o próximo passo é documentar cada aspecto do local, de forma que seja possível reconstituí-lo pelas pessoas que não estavam lá. Esta é a fase da documentação do local.
Fonte: HSW
Veja também: Na cena do crime: documentação
Como funcionam as investigações da cena do crime