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08 julho, 2013

O funkeiro MC Daleste, de 20 anos, morre em Campinas


O funkeiro Daniel Pellegrine, de 20 anos, morreu após ser atingido por um disparo no abdômen quando começava um show no CDHU do bairro San Martin, em Campinas, na noite de sábado (5). A Polícia Militar informou que o cantor foi levado para o Hospital Municipal de Paulínia, mas não resistiu aos ferimentos e morreu durante a madrugada. Logo após o ocorrido, um fã publicou um vídeo na internet, que mostram o momento em que MC Daleste é atingido por um tiro.




Ao menos dois disparos foram dados em direção ao cantor, que se apresentava em uma quermesse no CDHU da Vila San Martin. MC Daleste foi atingido no abdomên quando inciava o show. A festa era gratuita e segundo os moradores, ao menos três mil pessoas acompanhavam a apresentação. O show do funkeiro foi anunciado como atração surpresa durante a semana. As marcas de bala atravessaram o palco.

Daleste era ligado ao estilo conhecido como funk ostentação ou funk paulista, que mistura a batida do funk carioca com letras sobre bens materiais. Em vez de ousadias sexuais, os temas são artigos de preços altos: carros, motos, óculos, roupas e bebidas. 

O funkeiro será enterrado na manhã desta segunda-feira (8), às 9h, no Cemitério da Vila Formosa em São Paulo. 

Veja as imagens do tiro feitas de outro ângulo

 

Na manhã de domingo (7), investigadores da Divisão de Homicídios da Delegacia de Investigações Gerais (DIG) estiveram no local para ouvir testemunhas que estavam no show. O número de disparos não foi informado pela polícia. 

Nas redes sociais, músicos lamentaram a morte e pedem o ato 'funk acordou'.

Fonte: Globo.com

O Caso Roswell é lembrado com doodle do Google


O doodle do Google relembra nesta segunda os 66 anos do Caso Roswell ou Incidente em Roswell (em inglês:The Roswell UFO Incident). 
O incidente ocorreu em 1947 na localidade de Roswell em 1947 (Novo México, EUA), quando um OVNI teria caído e a Força Aérea dos EUA teria se apossado dos destroços da nave.


O doodle animado mostra o disco voador caindo na Terra. A partir daí, como num jogo, o internauta tem que recolher e  juntar alguns objetos para novamente formar o disco voador.

Veja abaixo o vídeo de como completar o doodle do Google.

O Caso Roswell
No dia 8 de julho de 1947, em Roswell (Novo México, Estados Unidos), o jornal Roswell Daily Record publicou em primeira página a notícia de que o 509º Grupo de Bombardeiros da então Força Aérea do Exército dos EUA havia tomado posse dos destroços de um disco voador. 
Autoridades militares divulgaram um comunicado à imprensa, que começava assim: "Os muitos rumores sobre um disco voador se tornaram verdadeiros ontem, quando o oficial de inteligência do 509º Grupo de Bombardeios da Força Aérea americana, com base aérea em Roswell, se apoderou de um disco".

Porém, apenas 24 horas depois, os militares mudaram sua história e declararam que o objeto que eles pensaram ser um disco voador era, na verdade, um balão meteorológico que havia caído em um rancho próximo do local. 


Os destroços da nave teriam sido encontrados por um fazendeiro local. A princípio, o fazendeiro não deu importância e só os recolheu dois dias depois. Porém, o caso repercutiu na imprensa. O assunto tomou grande repercussão após o piloto Kenneth Arnold fazer declarações dizendo que havia visto OVNIs sobrevoando a cidade.

Com a repercussão, o fazendeiro resolveu ir à polícia informar que em sua propriedade havia destroços que poderiam ser da nave espacial. O xerife local entrou em contato com as Forças Armadas, que foram à fazenda verificar a informação. As Forças Armadas então recolheram os destroços e levaram para sua base. Dias depois, o Exército fez um comunicado informando que se tratava apenas de um balão meteorológico.

Os mitos de Roswell
Baseando-se em relatos de diversas testemunhas descobertas a partir do Caso Roswell, pesquisadores publicaram os primeiros livros defendendo a tese de que os destroços de 1947 eram de uma nave alienígena. São exemplos The Roswell Incident (1980), de Charles Berlitz e William Moore; UFO crash at Roswell (1991) e The truth about the UFO crash at Roswell (1994), de Kevin Randle e Donald Schmitt e Crash at Corona, de Don Berliner e Stanton Terry Friedman (1997).

Ainda que divergissem alguns detalhes, as teorias apresentadas nesses livros seguiam a mesma lógica básica. Os destroços encontrados em Roswell seriam de uma nave alienígena que, por algum motivo desconhecido, teria se acidentado. Ao identificarem os destroços, os militares americanos teriam iniciado uma campanha de desinformação para acobertar a verdadeira origem do material, apresentando a versão oficial de que seriam restos de um balão meteorológico. O material teria sido na verdade encaminhado para análise em instalações secretas de pesquisa e escondido do público.

Os documentos oficiais
Em 1994, Steven Schifft, congressista do Novo México, pediu à GAO (General Accounting Office – Escritório Geral de Auditoria) que buscasse a documentação referente ao Caso Roswell. Quando a USAF recebeu a petição da GAO, publicou dois relatórios conclusivos sobre o caso: o primeiro, de 25 páginas, intitulado O relatório Roswell: a verdade diante da ficção no deserto do Novo México, foi publicado ainda em 1994 e se concentra na origem dos destroços encontrados. Já o segundo, publicado três anos depois e denominado O incidente de Roswell: caso encerrado, aborda os relatos de corpos de alienígenas. No primeiro relatório a USAF afirmava que os restos encontrados eram de balões do Projeto Mogul, altamente secreto, projetado para detectar possíveis testes nucleares soviéticos (o primeiro teste nuclear soviético só aconteceria em 1949). Para isso, detectores acústicos de baixa frequência eram colocados em balões lançados a altas altitudes. Outros pesquisadores também chegaram, de forma independente, à relação entre Roswell e o Projeto Mogul: Robert Todd e Karl Pflock, autores de Roswell: Inconvenient Facts and the Will to Believe.

Os pesquisadores do Projeto Mogul ainda vivos por ocasião da investigação foram entrevistados. O equipamento utilizado para pesquisas era carregado por uma série de balões (inicialmente de neopreno e mais tarde de polietileno) conectados entre si. Pendurado à série de balões ia um alvo de radar - uma estrutura multifacetada de compensado recoberto com papel-alumínio - utilizada para rastrear os balões após o lançamento.


A partir dos registros ainda disponíveis sobre o projeto, concluiu-se que os destroços encontrados em Roswell seriam provavelmente do quarto voo, ocorrido em 4 de junho de 1947. Este voo consistia em cerca de vinte e um balões meteorológicos de neoprene ligados entre si, um microfone sonda, explosivos para regular a altitude do aparelho, interruptores de pressão, baterias, anéis de lançamento e de alumínio, três pára-quedas de pergaminho reforçado de cor vermelha ou laranja e três alvos refletores de radar de um modelo não normalmente usado no continente dos Estados Unidos.

Já no relatório de 1997, a Força Aérea dos Estados Unidos afirmou que os estranhos corpos descritos por algumas das testemunhas eram na verdade bonecos de teste do Projeto High Dive. Concluiu-se que: diversas atividades da Força Aérea ocorridas ao longo de vários anos foram misturadas pelas testemunhas, que as lembraram erroneamente como tendo ocorrido em julho de 1947; os supostos corpos de alienígenas observados no Novo México se tratavam na verdade de bonecos de testes carregados por balões de alta altitude; as atividades militares suspeitas observadas na área eram as operações de lançamento e recuperação dos balões e dos bonecos de testes.


Em 2012, no aniversário de 65 anos do óvni, o caso do Novo México voltou aos jornais. Chase Brandon, que serviu à CIA (Agência Central de Inteligência dos Estados Unidos) por mais de duas décadas, revelou a existência um arquivo oculto da CIA sobre o objeto voador não identificado (óvni) supostamente encontrado na cidade americana. "É, realmente aconteceu", afirma o funcionário. As informações são do site do jornal britânico Daily Mail.

O agente disse que a informação está escondida em um cofre dentro do quartel-general da agência na cidade de Langley. "Foi em uma área restrita. Havia uma caixa que chamou minha atenção. Estava escrito sobre ela 'Roswell'. Eu remexi dentro dela, coloquei a caixa na prateleira e disse: 'meu Deus, realmente aconteceu'", conta o agente. "Não era um balão meteorológico - como foi afirmado na época - era uma nave de outro planeta", afirma.



Relatos oficiais
Documentos divulgados anteriormente parecem confirmar a história de Brandon - ou pelo menos a ideia de que autoridades americanas estariam encobrindo o envolvimento com alienígenas. Um memorando que parece provar isso foi publicado pelo FBI. O departamento tem disponibilizado milhares de arquivos em um site chamado The Vault (O Cofre, em tradução livre).

Entre eles, está o memorando escrito por Guy Hottel, agente especial encarregado do escritório de Washington em 1950. No documento, cujo assunto é "Discos Voadores", Hottel revela que um investigador da Força Aérea declarou que "três chamados 'discos voadores' haviam sido recuperados no Novo México". O investigador teria dado a informação a um agente especial. O FBI censurou a identidade do agente e do investigador.


"Eles foram descritos como sendo de forma circular, com aproximadamente 50m de diâmetro", afirma Hottel. "Cada um teria sido ocupado por três corpos humanos, mas de pouco mais de um metro", acrescentou. Segundo o relato, os corpos estariam vestidos com panos metálicos e cada um foi enfaixado de um modo semelhante ao utilizado nas roupas usadas por pilotos de teste de velocidade.






Fonte: terra.com


25 junho, 2013

Edward J. Snowden

Edward Snowden orquestrou um plano elaborado para revelar a jornalistas os segredos do monitoramento de telefones e comunicações online pelo governo americano.

A fonte instruiu os seus contatos para que viajassem a Hong Kong, fossem até uma parte incomum de um certo hotel e pedissem em voz alta informações para chegar a uma outra entrada do local. Se tudo parecesse estar de acordo, a fonte passaria por eles segurando um cubo mágico.
Então três pessoas – Glenn Greenwald , um ativista de direitos civis que recentemente hospedou seu blog no The Guardian; Laura Poitras, uma documentarista de cinema especializada em segurança; e Ewen MacAskill, repórter do Guardian — voaram de Nova York a Hong Kong no final de maio. Eles seguiram as instruções, e um homem com o cubo mágico apareceu.

Ele era Edward J. Snowden , que parecia ainda mais jovem do que seus então 29 anos – a aparência jovem chocou Greenwald, que esperava alguém muito mais velho e experiente em vista do tipo de acesso a informações que possuía. Snowden entregou arquivos com “milhares” de documentos e, segundo Greenwald, “dezenas” deles podiam virar notícia.
A capacidade de Snowden de vasculhar fundo no aparato de segurança nacional dos EUA e retirar alguns dos segredos mais bem guardados é em parte uma história da era pós- 11 de Setembro , quando a monstruosa expansão da vigilância do governo e dos complexos sistemas de computador deram a especialista em rede com habilidades técnicas um poder tremendo.

Enquanto alguns legisladores em Washington acusam Snowden de traição , ele se classifica como alguém que diz a verdade. Snowden explicou suas ações em uma entrevista ao Guardian, dizendo que o povo americano tem o direito de saber sobre os abusos do governo.
Ele alega ter selecionado cuidadosamente o que revelar, para evitar ser acusado de negligência, como foi o soldado Bradley Manning , que confessou ter vazado centenas de milhares de documentos secretos para o WikiLeaks , pode ser condenado à prisão perpétua por uma corte marcial.
“Ele não tem nenhum arrependimento. Está convencido de que fez a coisa certa”, disse Greenwald sobre Snowden. “E ele é completamente racional. Entende que há grandes chances de que vá acabar como Bradley Manning ou pior. Ainda assim está tranquilo.”

Não está claro como Snowden conseguiu extrair os documentos secretos, e seu retrato de uma pessoa que se transformou de repente de alguém de confiança da Agência de Segurança Nacional (NSA, na sigla em inglês) em alguém que vaza informações ainda é pouco realista.

Ano passado, ele doou dinheiro para a campanha de Ron Paul, um pré-candidato republicado à presidência que é crítico da atuação cada vez mais ampla do governo. Quem conheceu Snowden na adolescência o retrata como alguém fascinado por computadores. “Ele estava sempre em seu computador – sempre. Era um menino muito quieto”, diz Joyce Kinsey, uma antiga vizinha.
Snowden, que cresceu na Carolina do Norte, não terminou o ensino médio e esporadicamente participou de aulas em uma faculdade comunitária. Ele se alistou no Exército como recruta das Forças Especiais em 2004, mas foi dispensado menos de quatro meses depois ao quebrar as pernas em um acidente de treinamento.

Ele pediu e conseguiu uma autorização para trabalhar com dados altamente secretos: foi sua entrada no establisment da segurança nacional. Há mais de uma década, as agências de inteligência procuram especialistas em tecnologia para operar seus complexos sistemas que consigam ser aprovados no rigoroso e intrusivo processo de verificação de antecedentes.
Dentro do governo, Snowden atuou pela CIA na Suíça, e para a NSA no Japão, Maryland e Havaí. Trabalhando por US$ 200 mil (R$ 430 mil) ao ano como administrador de sistemas, teve acesso a enormes quantidades de informações secretas.

Numa entrevista filmada, Snowden conta ter questionado coisas que ele via como abusos, mas percebeu que ninguém se importava. Com o tempo, diz, percebeu que sua vida confortável estava ajudando a construir “uma arquitetura da opressão”.

Snowden relatou ao Guardian que a primeira vez que pensou em vazar segredos do governo foi durante seu trabalho em Genebra para a CIA. Ele disse ter desistido, em parte, porque esperava que a eleição de Obama em 2008 reverteria o crescimento do esquema de vigilância.

Mas o fato de Obama ter continuado com muitas das políticas de contraterrorismo de Bush deu firmeza a Snowden, que então decidiu que não dava para esperar que outros agissem. “Procurei por líderes, mas percebi que liderança é ser o primeiro a agir”, afirmou.
Primeiro, Snowden fez contato com Laura Poitras em janeiro. No mês seguinte, enviou um enigmático email a Greenwald, identificando-se como um leitor e pedindo para se comunicar de forma criptografada. Greenwald respondeu que não tinha software de criptografia e, então, Snowden enviou um vídeo com instruções para instalar um – mas Greenwald nem assistiu até o fim.

Frustrado, Snowden voltou a procurar Laura e sugeriu que ela trabalhasse juntamente com Greenwald. No começo de março, Laura ligou para Greenwald, e eles se encontraram pessoalmente. Então, Laura mostrou alguns emails da fonte. Em abril e maio, Greenwald começou a conversar com Snowden via chat criptografado.

“Ele disse algo como 'Meu plano é que, em algum momento, num lugar bem longe, a gente se encontre para uma entrevista e eu lhe passe os documentos'”, lembra Greenwald. Uma semana depois, Snowden mandou uma amostra de 20 documentos, incluindo slides de uma apresentação do chamado programa Prism da NSA. Então Greenwald disse que estava pronto para o encontro pessoal.

Separadamente, em maio, Snowden procurou Barton Gellman, repórter do Washington Post.

Na última semana de maio, Greenwald voou do Brasil, onde mora, para Nova York, para se encontrar com os editores do Guardian e mostrar os documentos. No dia seguinte, ele e o repórter MacAskill viajaram para Hong Kong.

Depois do encontro com o cubo mágico, os três seguiram Snowden para o seu quarto de hotel e passaram seis horas “perguntando da sua vida, do começo ao final, numa espécie de interrogatório”, lembra Greenwald, que é formado em Direito. No fim, ele se convenceu de que Snowden era mesmo quem dizia ser.

John Schindler, ex-funcionário de contrainteligência da NSA, diz que na era pós-11 de Setembro os administradores de sistema passaram a ter acesso a imensas quantidades de informações secretas. “Eles podem representar um falha crítica de segurança porque veem tudo. Se um deles ficar bravo, você está em apuros”, diz.

Por Charlie Savage e Mark Mazzetti
Fonte: ultimosegundo

22 junho, 2013

Integre a equipe do Google em São Paulo

O escritório do Google em São Paulo tem diversas vagas abertas, em diferentes áreas. A empresa procura profissionais para ocupar os cargos de digital media manager, custom solutions engineer, account executive, entre outros.

Todas as oportunidades são apresentadas em inglês. A fluência nesse idioma, e no espanhol, é obrigatória em alguns casos e desejável em outros. A experiência na função pode equivaler, em termos de importância, à formação superior, mas somente se for maior ou igual a quatro anos.

Em 2012, o Google ficou em 3º lugar no ranking “As Melhores Empresas para Trabalhar”, da Você/SA.

Confira no site da empresa, a lista completa das vagas.

Facebook e Twitter têm vagas abertas no Brasil

Duas das principais redes sociais estão com vagas abertas. No Facebook, são 15 oportunidades para as áreas de Ads Marketing, Media Solutions, Finance, entre outras.
Confira todas as vagas abertas aqui.

Já no Twitter, estão abertas as vagas para Account Executive, Sales; Media Partnerships Manager; Sales Solutions Planners; entre outras.
Veja todas as oportunidades aqui.

As duas redes somam mais de um bilhão de usuários no mundo.

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