Tradição do norte da Itália, o panetone toma conta do Natal brasileiro desde os anos 60. É quase nacional. Mas sua origem está ligada aos pães enriquecidos consumidos na Europa durante o inverno desde a Idade Média. Em tempos de valorização da diversidade cultural, vale experimentar também alguns doces relacionados à tradição natalina de outros lugares do mundo e às festas das comunidades de imigrantes no Brasil.
"Neste espaço, compartilho um pouco de tudo que faz parte do meu dia a dia. Sinto-me livre para me expressar de acordo com meu humor, meus pensamentos e experiências, porque, no fim das contas, eu sou Meio Ligado."
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15 dezembro, 2011
06 novembro, 2011
Alho não protege contra vampiros

“Vampiros são temidos em todos os lugares, e alho tem sido apontado como um repelente eficaz contra eles”, lembram pesquisadores da Universidade de Bergen (Noruega). Eles quiseram, então, explorar esse efeito cientificamente. Sim, o plano era testar se alho, na vida real, é capaz de repelir vampiros.
Na hora de colocar a mão na massa, eles se depararam com o empecilho de que, bem, vampiros não existem. Mas a equipe não deixou esse pequeno detalhe atrapalhar seus planos: “na falta de vampiros, usamos sanguessugas“, contam.
Nos testes, sanguessugas foram colocadas sobre mãos limpinhas ou mãos cheirando a alho. E surpreenderam: duas a cada três preferiam grudar na mão suja de alho — e faziam isso com mais agilidade: depois de apenas 15 segundos, em comparação aos 45 segundos que as outras levavam para grudar na mão sem cheiro.
Portanto, “a crença tradicional de que o alho tem propriedades repelentes está, provavelmente, errada”, concluem os pesquisadores, “e esse estudo indica que o alho tem potencial para atrair vampiros“, dizem, antes de recomendar que, para evitar problemas, restrições ao uso de alho deveriam ser consideradas.
Não adianta reclamar depois.
Fonte: superinteressante.com
05 novembro, 2011
Estudo diz que experiências “sobrenaturais” de quase morte são truques da mente

Psicológos das Universidades de Edimburgo e Cambridge publicaram recentemente um estudo no jornal Trends in Cognitive Sciences em que explicam o que causa as supostas experiências fora do corpo relatadas por pessoas que estiveram perto da morte.
No texto, cujo título é There is nothing paranormal about near-death experiences: how neuroscience can explain seeing bright lights, meeting the dead, or being convinced you are one of them*, os pesquisadores também analisaram outros fenômenos, como a visão de túneis de luz e encontros com parentes mortos, e chegaram à conclusão de que eles podem estar bem longe de um vislumbre da vida após a morte.
Na verdade, são truques da mente e têm uma base biológica.
Experiências de quase morte são relatadas em todas as culturas, desde a Grécia Antiga. De acordo com uma pesquisa feita pelo Instituto Gallup, cerca de 3% dos americanos já passou por algo assim. Para os pesquisadores, isso pode ser provocado pela tentativa do cérebro de dar sentido às sensações e percepções incomuns que ocorrem durante um evento traumático.
A sensação de ter saído do corpo, por exemplo, pode acontecer quando há uma pane nos processos multi-sensoriais do cérebro. Visões de túneis e luzes brilhantes podem decorrer de uma avaria no sistema visual do cérebro causado pela privação de oxigênio.
Outro culpado é o hormônio noradrenalina, liberado numa parte do cérebro chamada mesencéfalo que, quando acionado, pode evocar emoções positivas, alucinações e outras características da experiência de quase morte.
Alguns dos estudos examinados pelos pesquisadores ainda mostram que muitas das pessoas que relataram esse tipo de experiência não estavam realmente em perigo de morrer, embora a maioria tenha pensado que estava.
* Tradução livre: Não há nada de paranormal em experiências de quase morte: como a neurociência explica luzes brilhantes, encontro com mortos e o fato de você se convencer de que é um deles.
Fonte: superinteressante.com
Veja também: A neurociência da espiritualidade
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03 novembro, 2011
Afinal chegamos aos 7 bilhões de habitantes?

É impossível saber quem foi (ou quem será), de fato, o bebê de número 7 bilhões no planeta. Mas a ONU escolheu uma garotinha para simbolizar esse número: Danica May Camacho, nascida dois minutos antes da meia-noite de ontem (30 de outubro) em Manila, a capital das Filipinas.
O dia 31 de outubro também foi nomeado como o “dia dos sete bilhões” (Seven Billion Day) pela organização.
O número obtido pelo Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA, na sigla em inglês), no entanto, é contestado por outras estatísticas.
- O United States Census Bureau, que é a agência governamental encarregada pelo censo nos Estados Unidos, diz que o planeta tem 28 milhões de pessoas a menos, atingindo o número de 7 bilhões apenas em março de 2012.
- O International Institute for Applied Systems Analysis, grupo australiano que estuda a população mundial, vai ainda mais além: para eles, o habitante de número 7 bilhões só deve chegar depois de julho de 2014.
A ONU admite que o número é uma estimativa e que o tamanho da população de vários países não é conhecido com muita precisão – incluindo a dos gigantes nesse quesito, Índia e China, e muitos lugares da África subsaariana.
Fonte: superinteressante.com
Assessoria de Adele nega câncer na garganta
Para a US Weekly, a assessoria de Adele disse:"Gostaríamos de reiterar que Adele irá se submeter a uma cirurgia para hemorragia nas cordas vocais. Todos as informações sobre qualquer outra condição são cem por cento falsas."Segundo a gravadora da cantora "uma recuperação completa é esperada. Como resultado, os médicos ordenaram que ela descanse a voz e se recupere completamente antes de agendar algum compromisso de trabalho."
Fonte: usmagazine.com
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